UNIDADE II – O COM•RCIO EXTERIOR BRASILEIRO

  21/04/2013 S€ntese da vida profissional

  Prof. Ivan Arenque Passos

  Ivan Arenque Passos, casado, 44 anos, Bacharel em Administra€•o em Com‚rcio Exterior – UNIP/SP, MBA marketing – FGV/ES, Administra€•o Estrat‚gica – University Central Florida EUA, Mestrando Administra€•o Estrat‚gica – Coordenador Acad„mico (GBS- IBMEC)

  Efetua as seguint es at ribuições: Diretor da M KTPASSOS - Consultoria e treinamento em Adm. e Marketing.

  Coordenador da P•s-gradua‚ƒo em marketing. - FESV Diretor de Marketing da Assoc. Coml. Espirito Santo – ACES . Consultor Comercial da G3 Social Marketing. Analista de talentos para o mercado de trabalho. (Head Hunter) Palestras e treinamento empresas. (SIPA)

  Professor nas áreas:

  Qualidade, Marketing, Log…stica, COMEX, Sistema de Informa€•o, Produ€•o, RH

  Est eve t rabalhando nas seguint es em presas Prof. Ivan Passos Parte 02 www.mktpassos.com

  2 mktpassos@gmail.com

  CONTEÚDO PROGRAM ÁTICO UNIDADE I – O AMBIENTE INTERNACIONAL DO COM‰RCIO 1.1 - O Quadro Conceitual do Com…rcio Exterior

EM ENTA

  1.2 - As doutrinas do com…rcio internacional: protecionismo versus liberalismo 1.3 - InfluŠncia dos processos de integra‚ƒo no com…rcio exterior Breve hist•ria do com…rcio internacional:

  1.4 - O sistema internacional de com…rcio: organismos p‹blicos e privados protecionismo e liberalismo. O ambiente internacional

  UNIDADE II – O COM‰RCIO EXTERIOR BRASILEIRO 2.1 - Hist•rico do com…rcio exterior brasileiro do com…rcio; organismos, tratados e regulamentos

  2.2 - Estrutura do com…rcio exterior do Brasil: •rgƒos intervenientes internacionais. O quadro institucional do com…rcio

  2.3 - Normas administrativas, fiscais e cambiais do com…rcio exterior brasileiro 2.4 - O Sistema Integrado de Com…rcio Exterior – Siscomex. exterior brasileiro. O Sistema Integrado de Com…rcio

  UNIDADE III – CONCEITOS BŒSICOS Exterior - Siscomex. Incentivos † exporta‚ƒo; barreiras

  3.1 - Incentivos, subs€dios e dumping † importa‚ƒo. Nomenclatura de mercadorias. 3.2 - Barreiras tarif•rias e nƒo-tarif•rias 3.3 - Nomenclaturas de mercadorias

  Incoterms. Pagamentos internacionais e c‡mbio. As 3.4 – Intervenientes e operadores do com…rcio opera‚ˆes de exporta‚ƒo e importa‚ƒo. UNIDADE IV – A pr•tica do com…rcio exterior 4.1 - Condi‚ˆes de Venda – Incoterms 4.2 - Pagamentos e aspectos cambiais 4.3 - Roteiro da exporta‚ƒo 4.4 - Roteiro da importa‚ƒo

  21/04/2013 UNIDADE II – O COM•RCIO EXTERIOR BRASILEIRO 2.1 - Hist•rico do com…rcio exterior brasileiro 2.2 - Estrutura do com…rcio exterior do Brasil: •rgƒos intervenientes 2.3 - Normas administrativas, fiscais e cambiais do com…rcio exterior brasileiro 2.4 - O Sistema Integrado de Com…rcio Exterior – Siscomex.

  1841-1850

  Entre os anos de 1871 e 1880, os embarques brasileiros de café, açúcar, algodão, couros, borracha, cacau, mate e fumo, continuavam crescendo e representavam 95% de toda a pauta exportadora.

  1871-1880

  O total das exportações entre 1851 e 1860 é de 150 milhões de libras esterlinas, equivalentes a 11,8% do PIB e as importações somam 132 milhões de libras. O superávit comercial do período foi de 18 milhões de libras.

  1861-1870 Nesta década, o café e o algodão são os principais produtos exportados pelo Brasil.

  Pela primeira vez o Brasil conseguiu diversificar os destinos de suas exportações, mas as importações continuaram concentradas na Grã-Bretanha. O primeiro saldo positivo da balança comercial foi obtido em 1860 graças ao café, que nesta década correspondia a 48,8% das exportações, seguido pelo açúcar (21,2%), algodão (6,2%), fumo (2,6%) e cacau (1%).

  1851-1860

  No ano de 1844 o governo brasileiro extinguiu o Tratado Comercial com a Grã- Bretanha. Esta medida aumentou o custo dos produtos importados, estimulando a instalação de algumas indústrias no país. As exportações de café aumentaram, mas a balança comercial ainda é desfavorável para Brasil.

  A terceira década do século XIX foi marcada, no Brasil, pelo aumento da demanda mundial pela borracha produzida na região amazônica. Entretanto, a balança comercial registra sucessivos déficits. Nesta década, o café começou a se destacar na pauta das exportações brasileiras.

  Resumo histórico

  1831-1840

  O principal fato histórico desse período para os brasileiros foi a independência do país em 1822. O Brasil assinou o Tratado de Comércio com a Inglaterra, ato que revalidou os termos do Tratado de Comércio firmado entre Portugal e a Grã- Bretanha em 1810.

  1821-1830

  A corte portuguesa se estabeleceu no Brasil, em 1808. Em 28 de janeiro daquele ano, foi publicada a Carta Régia de Abertura dos Portos brasileiros às Nações Amigas. Com isso, o Brasil passou a exercer autonomia inédita sobre seu próprio comércio exterior.

  1808-1820

  www.desenvolvimento.gov.br/comercioexterior .

  No material produzido pela Secex, a narrativa dos 200 anos das relações comerciais brasileiras com diversos países do mundo foi dividida em 20 décadas:

  8 2009

  21/04/2013 1921-1930

  A quebra da bolsa de Nova York, em 1929, provoca uma crise que se alastra pelo

  1881-1890

  mundo e atinge em cheio a economia cafeeira brasileira. Isso coincide com uma A balança comercial brasileira registrava sucessivos saldos positivos, contribuindo para extraordinária expansão das lavouras de café e o resultado foi uma oferta superior à um acúmulo de capital, que parte era direcionado para a expansão das atividades demanda internacional. A solução encontrada pelo governo é a destruição dos estoques manufatureiras. Em maio de 1888, a Lei Áurea aboliu a escravidão no Brasil e em 15 de excedentes do produto. novembro de 1889 houve a proclamação da República.

  1931-1940 1891-1900

  Os efeitos da quebra da bolsa de Nova York e da crise do setor cafeeiro comprometem O comércio exterior continua dependente do café, que constituía o setor mais dinâmico o desempenho do comércio exterior brasileiro. No início desta década, grande parte da da economia e responde por mais de 60% das exportações brasileiras. Na região safra do grão se acumula em armazéns. A oferta continua muito maior que demanda Amazônica intensificou-se a exploração da borracha, valorizada pela nascente indústria mundial e para contornar a crise do setor, o governo destruiu milhões de sacas de automobilística nos Estados Unidos. café.O algodão brasileiro desponta como o segundo principal produto de exportação. A

  1901-1910

  política de substituição de importações favorece o desenvolvimento da indústria Nesta década, iniciou-se uma longa fase de expansão do comércio exterior brasileiro. A nacional. Nesta década, houve o início da Segunda Grande Guerra. Região Norte viveu o auge do ciclo da borracha e o Brasil respondia por 97% da

  1941-1950

  produção mundial. Em 1906, foi colocado em prática o Acordo de Taubaté, para manter Durante a Segunda Guerra Mundial, o intercâmbio comercial brasileiro era feito em alta o preço internacional do café e garantir os lucros dos cafeicultores. principalmente com os Estados Unidos. Com a guerra, os preços internacionais do café

  1911-1920

  se tornam mais uma vez atrativos. A produção e a exportação desse produto volta a sua O acontecimento histórico que marca a segunda década do século XX é a Primeira posição de destaque na economia nacional. Guerra Mundial. A entrada do Brasil na guerra coincide com uma crise no setor cafeeiro, que obrigou o governo a colocar em prática o segundo plano de valorização do produto. Os principais produtos de exportação eram café, açúcar, cacau, mate, fumo, algodão, borracha, couros e peles.

  1991-2000 1951-1960

  No início da década de 90, o Brasil implementou a abertura comercial com redução Neste período, houve a diversificação da pauta exportadora brasileira e também dos de tarifas de importação e reformulação dos incentivos às exportações. Os fluxos destinos desses produtos. No início dos anos 50, a normalização das trocas comerciais se intensificaram e foi criado o Mercosul. Nesta década também foi internacionais já tinha feito com que o café voltasse a concentrar a maior parte das instituída a Organização Mundial de Comércio (OMC), organismo multilateral exportações nacionais, tendo os Estados Unidos como seu principal mercado. responsável pela regulamentação do comércio.

  1961-1970 2001-2007

  Os anos JK foram bastante proveitosos para a indústria nacional, com sucessivos A partir de 2000, o comércio exterior brasileiro aumentou num ritmo mais vigoroso. aumentos da produtividade, mas não houve avanços do comércio exterior brasileiro.

  O crescimento econômico mundial, o aumento dos preços internacionais de Café, açúcar, algodão e minérios ainda são responsáveis por 70% da pauta exportadora produtos básicos, a diversificação dos mercados importadores e a maior do país. Na segunda metade da década, a participação de produtos manufaturados nas produtividade da indústria nacional são fatores que favoreceram o dinamismo das exportações brasileiras passou de 7% em 1965 para 30% em 1974. exportações brasileiras, que passou a atingir sucessivos recordes.

  1971-1980

  Nesta década, a economia brasileira conseguiu crescer de forma considerável. O milagre econômico, iniciado em 1967, chegou a seu auge, com taxas de crescimento anual acima de 11%. A participação dos produtos manufaturados na pauta exportadora brasileira aumenta em 47% de 1974 a 1979 e o Brasil conquistou novos mercados no Oriente Médio e na África.

  1981-1990

  Brasil e Argentina assinaram a Ata de Buenos Aires, que fixou a data de 31 de dezembro de 1994 para início das atividades do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e, no âmbito da Associação Latino-americana de Integração (Aladi), foi firmado o Acordo de Complementação Econômica N.º 14, que consolidou os protocolos de natureza comercial e propôs uma redução tarifária a partir de 1990.

  21/04/2013 02 - ENTIDADES INTERVENIENTES UNIDADE II – O COM•RCIO EXTERIOR BRASILEIRO

  2.2 - Estrutura do com…rcio exterior do Brasil: •rgƒos intervenientes 2.1 - Evolu‚ƒo do processo organizacional do com„rcio exterior brasileiro

ENTIDADES INTERVENIENTES

   1808 Abertura dos portos – D. Joƒo VI  1990 Collor exctingui a CACEX  Carteira de c‡mbio do Banco do Brasil  1934 Conselho Federal de Com…rcio Exterior  1993 SISCOMEX Sistema Integrado de Com…rcio Exterior  1941 CEXIM Carteira de Exporta‚ƒo e importa‚ƒo do Banco do Brasil: incentivo e suporte a exporta‚ƒo  1948 lei 262: licenciamento pr…vio das importa‚ˆes e exporta‚ˆes brasileiras  1953 CEXIM torna-se CACEX Carteira de com…rcio exterior  1966 Conselho de Com…rcio Exterior (CONCEX)  1990 Mercosul – Uniƒo Europeia

  21/04/2013 2.2.1 - Conselho M onetário Nacional (CM N)

2.2 A estrutura administrativa do Comércio Exterior

  1. Diretrizes gerais das pol€ticas monet•ria, cambial e credit€cia  Conselho Monet•rio Nacional

  2. Regulador das institui‚ˆes financeiras  Banco Central do Brasil  C‡mara de Com…rcio Exterior

  3. Adequa‚ƒo dos meios de pagamento  Minist…rio do Desenvolvimento, Ind‹stria e

  4. Equil€brio do balan‚o de pagamentos Com…rcio Exterior, da Fazenda e das Rela‚ˆes Exteriores

   Žrgƒos auxiliares: Banco do Brasil e a agŠncia de Promo‚ƒo de Exporta‚ˆes e Investimentos – a APEX Brasil 17/10/2012

  Conselho M onetário Nacional CMN estuda criação de fundo garantidor de crédito para cooperativas

  O Conselho Monet•rio Nacional (CMN) … o •rgƒo deliberativo m•ximo do Sistema Financeiro Nacional. Ao CMN compete: estabelecer as diretrizes A Organização das Cooperativas Brasileiras espera que o Conselho Monetário gerais das pol€ticas monet•ria, cambial e credit€cia; regular as condi‚ˆes Nacional (CMN) autorize neste mês a criação de um fundo garantidor de crédito. De acordo com o gerente do Ramo Crédito da OCB, Silvio Giusti, de constitui‚ƒo, funcionamento e fiscaliza‚ƒo das institui‚ˆes financeiras atualmente o setor conta com cerca de 1,2 mil cooperativas. Desse total, e disciplinar os instrumentos de pol€tica monet•ria e cambial. aproximadamente 550 já têm fundos garantidores. A ideia, discutida com o

  O CMN … constitu€do pelo Ministro de Estado da Fazenda (Presidente), governo, é estabelecer um padrão e criar um fundo único. pelo Ministro de Estado do Planejamento e Or‚amento e pelo Presidente do Banco Central do Brasil (Bacen). Os servi‚os de secretaria do CMN sƒo

  Segundo Giusti, o fundo das cooperativas, assim como o FGC, deve oferecer exercidos pelo Bacen. garantia até R$ 70 mil de depósitos por CPF (pessoa física) ou CNPJ

  Junto ao CMN funciona a Comissƒo T…cnica da Moeda e do Cr…dito (empresas), em caso de liquidação. (Comoc), composta pelo Presidente do Bacen, na qualidade de Coordenador, pelo Presidente da Comissƒo de Valores Mobili•rios (CVM),

  De acordo com dados do Banco Central, os depósitos em cooperativas cresceram 21,2%, ao passar de R$ 38 bilhões, em dezembro de 2011, para R$ pelo Secret•rio Executivo do Minist…rio do Planejamento e Or‚amento,

  46 bilhões, em junho deste ano. O patrimônio apresentou expansão de 10,6%, pelo Secret•rio Executivo do Minist…rio da Fazenda, pelo Secret•rio de ao chegar a R$ 17,6 bilhões, e os empréstimos cresceram 9,9%, ficando em

  Pol€tica Econ•mica do Minist…rio da Fazenda, pelo Secret•rio do Tesouro R$ 41,6 bilhões em junho deste ano. Nacional do Minist…rio da Fazenda e por quatro diretores do Bacen, indicados por seu Presidente.

  21/04/2013 CMN amplia em R$ 500 milhões linha de crédito para áreas atingidas por

  2.2.2 Banco Central do Brasil (BACEN) desastres naturais Limite do Programa Emergencial de Reconstrução (PER) passa de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão

  1. Executor das políticas do CM N

  2. Banco dos Bancos O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu ampliar o limite do Programa

  3. Representante junto aos órgãos externos Emergencial de Reconstrução (PER) de R$ 1 bilhão para R$ 1,5 bilhão. O recurso extra de R$ 500 milhões foi remanejado da linha de financiamento para

  4. Controle e a contratação do crédito sob todas as veículos híbridos e elétricos (que passou de R$ 1 bilhão para R$ 500 milhões), suas formas dentro do Programa de Sustentação do Investimento (PSI).

  5. Fiscalização, monitoramento e controle do mercado de câmbio e do fluxo de capitais estrangeiros

2.2.2 Banco Central do Brasil (BACEN)

  2.2.2 Banco Central do Brasil (BACEN) Criado pela Lei 4.595/ 1964, o BACEN é a autoridade monetária e o principal executor das políticas formuladas pelo Conselho M onetário

  1. Ter o monopólio de emissão de papel moeda Nacional, colegiado responsável por apontar as diretrizes gerais das e moeda metálica. políticas monetária, cambial e creditícia.

  2. Receber os recolhimentos compulsórios dos bancos comerciais.

  Além das competências de autoridade monetária, o BACEN autoriza

  3. Realizar operações de redesconto e os estabelecimentos bancários a comprar ou vender moedas emprést imos às inst it uições financeiras, para estrangeiras no Brasil. Esta obrigação se dá pelo fato de no Brasil não ser permitido o livre curso de moedas estrangeiras, tanto a pessoas atender polít ica econômica do governo ou físicas como jurídicas. Esta regulamentação do controle cambial se para resolver problemas de liquidez. encontra no Regulamento do M ercado de Câmbio e Capitais

  4. Regular a execução dos serviços de Internacionais (RM CCI) . compensação de cheques e outros papéis.

  21/04/2013

2.2.2 Banco Central do Brasil (BACEN)

  1. Exercer o cont role de crédit o sob t odas as suas formas.

  2. Aut orizar o funcionament o e a dinâmica operacional das inst it uições financeiras, fiscalizando-as e punindo-as quando necessário.

  3. Cont rolar o fluxo de capit ais est rangeiros, garant indo o corret o funcionament o do mercado cambial.

  O Banco Cent ral não assum e qualquer responsabilidade pela não sim ult aneidade ou falt a das

  4. Efet uar como inst rument o de polít ica monet ária,

  inform ações prest adas, assim com o por event uais erros de paridades das m oedas, ou qualquer out ro, salvo a paridade relat iva ao dólar dos Est ados Unidos da Am érica em relação ao Real.

  operações de compra e venda de t ít ulos públicos

  Igualm ent e, não se responsabiliza pelos at rasos ou indisponibilidade de serviços de federais. t elecom unicação, int errupção, falha ou pelas im precisões no forneciment o dos serviços ou inform ações. Não assum e, t am bém , responsabilidade por qualquer perda ou dano oriundo de t ais int errupções, at rasos, falhas ou imperfeições, bem com o pelo uso inadequado das inform ações cont idas na t ransação.

  2.2.3 - Câmara de Comércio Exterior (CAM EX)

  O órgão m ais im port ant e, e at uant e, no com ércio ext erior brasileiro é ligado diret am ent e a

  2.2.3 - Câmara de Comércio Exterior (CAM EX) Presidência da República. Trata-se da Cam ex (Câm ara de Com ércio ext erior ).

  A Cam ex foi criada em 1995, com post a por um Conselho de M inist ros e um a Secret aria Execut iva. At ualm ent e, nenhum a m edida que afet e o com ércio ext erior brasileiro pode ser

1. Desenvolver e implementar as políticas aplicáveis ao edit ada sem discussão prévia da Câm ara.

  comércio exterior de bens e serviços, incluindo o

  Part icipam da Cam ex os seguint es M inist érios: M DIC, Casa Civil, Relações Ext eriores, Fazenda,

  turismo Agricult ura, Planejam ent o e Desenvolvim ent o Agrário.

  2. Formada pelo Comitê Executivo de Gestão (GECEX) e o Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações Ent re as principais at ribuições/ com pet ências, podem os dest acar:

  • Definir diret rizes e procedim ent os relat ivos à im plem ent ação da polít ica de com ércio ext erior

  (COFIG responsável pelo PROEX e o Fundo de Garantia

  visando à inserção com pet it iva do Brasil na econom ia int ernacional;

  as Exportações - FGE) e um órgão de assessoramento, o

  • Est abelecer as diret rizes para as negociações de acordos e convênios relat ivos ao com ércio

  Conselho Consultivo do Setor Privado (CONEX) ext erior , de nat ureza bilat eral, regional ou mult ilat eral;

  • Orient ar a polít ica aduaneira, observada a com pet ência específica do M inist ério da Fazenda;
  • Form ular diret rizes básicas da polít ica t arifária na im port ação e export ação ;
  • Fixar as alíquot as do im post o de export ação ;
  • Fixar as alíquot as do im post o de im port ação ; - Fixar direit os ant idum ping e com pensat órios, provisórios ou definit ivos, e salvaguardas.

  21/04/2013 Sistemas e Órgãos Governamentais de Controle Camex baixa imposto de importação de sardinha congelada

  Comércio Exterior

  A Câmara de Comércio Exterior (Camex) decidiu reduzir o imposto de importação sobre sardinhas congeladas, chapas de aço e óleo de palmiste para evitar desabastecimento interno, informou nesta quinta-feira (18) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e

  Presidência da República

  Comércio exterior (MDIC). A resolução 73, que regulamenta e medida, foi publicada no "Diário Oficial da União" desta quinta. Segundo o governo, haverá redução, pelo período de 12 meses, da alíquota do Imposto

  Câmara de Comércio

  de Importação, de 10% para 2%, para o óleo de palmiste e para as sardinhas

  Exterior

  congeladas, limitada às quotas de 223.365 toneladas e 50 mil toneladas,

  CAMEX

  respectivamente. A Camex também determinou a redução temporária, por 4 meses, de 12% para 2%, da alíquota para importação de chapas grossas de aço carbono, com cota de 8 mil toneladas.

  Ministério de Desenvolvimento, Ministério das Relações Ministério da Fazenda Indústria e Comércio Exteriores

  Exterior Secretária do Comércio Secretaria da Receita Banco Central do Brasil Exterior Banco do Brasil S.A Federal

  BACEN SECEX SRF

  2.2.3 - Câmara de Comércio Exterior (CAM EX) 2.2.3 - Câmara de Comércio Exterior (CAM EX) Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) Secretaria de Comércio Exterior (SECEX)

  O SECEX t em com o principal função assessorar o M DIC na condução das polít icas de com ércio

  • As políticas e as atividades relativas ao comércio exterior de bens e ext erior . É o órgão est rat égico do M inist ério e é responsável pela gest ão do cont role com ercial.

  serviços;

  O SECEX norm at iza, supervisiona, orient a, planeja, cont rola e avalia as at ividades de com ércio

  • Medidas protecionistas;

  ext erior de acordo com as diret rizes da Cam ex e do M DIC. Ent re os seus principais objet ivos,

  podem os dest acar:

  • Alterações das alíquotas dos impostos de importação e exportaç&atild>Propor m edidas de polít icas fiscal e cam bial, de financiam ent o, de seguro, de t ransport
  • Orientação de parâmetros a serem negociados em acordos

  fret es e de prom oção com ercial; internacionais.

  • Part icipar das negociações em acordos ou convênios int ernacionais relacionados ao com ércio

  ext erior ;

  • Emitir licenças de exportação e importação, cuja exigência ser&aac
  • Form ular propost as de polít icas de com ércio ext erior e est abelecer norm as necessárias a sua

  limitada aos casos impostos pelo interesse nacional; im plem ent ação.

  • Fiscalizar preços, peso, medidas, classificação, qualidade e tipos

  Pode-se dizer, assim , que o SECEX é o carro-chefe do M DIC na gest ão do com ércio ext erior

  declarados nas operações de exportação e importação;

  brasileiro. O SECEX est á est rut urado em quat ro depart am ent os: DECEX , DEINT , DECOM e DEPLA .

  • Elaborar estatística do comércio exterior;
  • Traçar diretrizes da política do comércio exterior;
  • Adotar medidas de controle das operações do comércio exterior, quando necessárias ao interesse nacional;

  21/04/2013

  Organograma da Secretaria de Comér ci o Exterior

  Secex encerrará investigação sobre salvaguarda de vinhos

  BRAS†LIA - O Minist‚rio do Desenvolvimento, Ind‡stria e Com‚rcio Exterior confirmou nesta segunda-feira que o governo desistiu de impor salvaguardas para restringir a entrada de vinhos estrangeiros no Pa…s. De acordo com nota divulgada pelo Minist‚rio, a Secretaria de Com‚rcio Exterior (Secex) publicarˆ na edi€•o desta ter€a-feira do Diˆrio Oficial da Uni•o, a pedido dos peticionˆrios, circular que encerra a investiga€•o para a aplica€•o de salvaguarda ‰s importa€Šes de vinho. O pedido de investiga€•o foi encaminhado em 2011 pelo Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), a Uni•o Brasileira de Vitivinicultura (Uvibra), a Federa€•o das Cooperativas do Vinho (Fecovinho) e o Sindicato da Ind‡stria do Vinho do Estado do Rio Grande do Sul (Sindivinho). Mas, para evitar reclama€Šes sobre medidas de protecionismo, o governo desistiu da medida e deve promover ampla campanha envolvendo todos os segmentos para aumentar a exposi€•o do vinho brasileiro.

  DECEX (Departamento de Comércio Exterior)

  ‰ a parte operacional da SECEX. ‰ encarregado por elaborar e implementar os dispositivos regulamentares, no aspecto comercial, do com…rcio exterior brasileiro. Envolve o licenciamento de mercadorias importa‚ƒo e exporta‚ƒo , al…m da gestƒo do Sistema Brasileiro de Com…rcio

  Exterior (SISCOMEX); DEINT (Depart am ent o de Negociações Int ernacionais) – Coordena os trabalhos de negocia‚ˆes

  • Participar das negocia‚ˆes de Tratados Internacionais de com…rcio de bens e servi‚os, em coordena‚ƒo com outros Žrgƒos governamentais, nos ‡mbitos multilateral, hemisf…rico, regional e bilateral;
  • Administrar, no Brasil, o Sistema Geral de PreferŠncias (SGP) e o Sistema Global de PreferŠncias Comerciais (SGPC), bem como os regulamentos de origem dos Acordos Comerciais firmados pelo Brasil.

  internacionais brasileiras a qual o Brasil participa;

  DECOM (Depart am ent o de Defesa Comercial) – Coordena as atividades de combate ao

  com…rcio desleal †s empresas e produtos brasileiros. O DECOM acompanha e supervisiona os processos instaurados no exterior contra empresas brasileiras, dando-lhes assistŠncias e assessoria cab€vel.

  DEPLA (Depart am ent o de Planejam ent o e Desenvolvim ent o do Com ércio Ext erior) – Coordena

  a pol€ticas e programas aplic•veis ao com…rcio exterior . ‰ um departamento que coleta, analisa e sistematiza os dados e informa‚ˆes estat€sticas, de onde partem as propostas objetivando o desenvolvimento do com…rcio externo brasileiro.

  Principais Atribuições do Departam ento de Negociações I nternacionais (DEI NT)

  21/04/2013 Principais At ribuições do Depart am ent o de

  Principais Atribuições do Departam ento de Planej am ent o e Desenvolvim ent o do Com ércio

  Defesa Com ercial (DECOM) Ext erior ( DEPLA)

  Propor a abertura e conduzir investigações e revisões, •

  • Coletar, analisar, sist emat izar e disseminar dados e informações

  mediante processo administrativo, sobre a aplicação de

  estatísticas de comércio exterior, bem como elaborar a Balança Comercial

  medidas antidumping, compensatórias e de salvaguardas;

  Brasileira;

  • Propor a regulamentação dos procedimentos relativos às

  Planejar, coordenar e implement ar ações e programas visando ao • desenvolviment o da cult ura export adora (1ª Export ação, Redeagent es e

  investigações de defesa comercial;

  Encomex); Apoio ao exportador.

  • Gerenciar sist emas de consult as e divulgação de informações de comércio • ext erior (Alicew eb, Radar Comercial, Port al do Export ador).

  2.2.4 - M inistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (M DIC) Principais At ribuições do Depart am ent o de

  1. Implementar as políticas aplicáveis ao desenvolvimento da Norm as e Com pet it ividade no Com ércio Ext erior indústria, do comércio e dos serviços

  2. A tua fortemente em dois campos específicos: a capacitação e ( DENOC) qualificação do setor produtivo e sua correspondente habilitação para enfrentar os desafios do comercio internacional.

  Financiamento e Seguro às Exportações

   Internacionalização de Empresas

   3. Cinco secretarias: Executiva (SE), Desenvolvimento e Produção

   Parceria Gov.-Univ.-Inst. (ex. PROCOM EX) (SDP), Secretária de Comércio e Serviços (SCE), Tecnologia Industrial (STI) e Comércio Exterior (SECEX)

   Normas

  4. SECEX: DECEX, DEINT (Negociações Internacionais), DECOM (Defesa

   Administrar o benefício fiscal de redução a zero da alíquota do IR no Comercial), DEPLA (Planejamento e Desenvolvimento do Comércio pagamento de despesas com promoção comercial de produtos Exterior) brasileiros no exterior (Sistema de Registros de Informações de Promoção - SISPROM ). Logística 

  21/04/2013 M inistério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior M DIC

  Banco Nacional de Câmara de Comércio Exterior Desenvolviment o Econôm ico e

  Social

CAM EX BNDES

  Secretaria de Secretaria de Comércio Secretaria de Secretaria de Comércio Desenvolvimento da Exterior Tecnologia Industrial e Serviços Produção SECEX SDP STI SCS Inst it ut o Nacional de

  Fundo Nacional de Superintendência da Instituto Nacional de M etrologia, Normalização e Desenvolvimento Zona Franca de M anaus Propriedade Industrial Qualidade Industrial FND SUFRAM A

INM ETRO

  INPI Agência Brasileira de

  Agência Brasileira de Serviço Brasileiro de Promoção de Desenvolvimento Apoio às M icro e Exportações e Industrial Pequenas Empresas Investimentos ABDI APEX SEBRAE

  2.2.5 M inistério da Fazenda (M F) 2.2.5 - M inistério da Fazenda (M F)

  1. Implementar a polít ica econômica do Responsável pela política monetária e fiscal, o M F (como é

  Governo Federal comumente chamado) zela pela defesa e pelos interesses fazendários, de fiscalização e controle de entrada e saída de

  2. Secretaria da Receita Federal ( SRF ) mercadoria do comércio exterior .

  3. Secretaria de Assunt os Internacionais ( SAIN ) No Comércio exterior , sua intervenção é feita através do principal órgão atuante e operacional, a Receita Federal do Brasil. Este órgão, que muitas vezes possui status de M inistério, atua na fiscalização aduaneira de mercadorias, produtos e bens que ingressam no país ou são enviados ao exterior. É responsável também pela cobrança dos direitos aduaneiros incidentes nessas operações. Além da RFB, o M F atua exerce esta competência através do Banco Central do Brasil (BACEN).

  21/04/2013

2.2.5 M inistério da Fazenda

  2.2.5 M inistério da Fazenda Secretaria da Receita Federal (SRF)

  Secretaria de Assuntos Internacionais (SAIN) A Secretaria da Receita Federal do Brasil , cuja sigla oficial … A Secretaria de Assuntos Internacionais, •rgƒo espec€fico singular,

  , … um •rgƒo espec€fico e singular, subordinado ao RFB diretamente subordinado ao Ministro de Estado da Fazenda, Cabe †

  Minist…rio da Fazenda , que tem como responsabilidade a administra‚ƒo dos tributos federais e o controle SAIN cuidar de questˆes que envolvam a economia brasileira no aduaneiro , al…m de atuar no combate † sonega‚ƒo , seu relacionamento com os demais pa€ses, blocos econ•micos e contrabando , descaminho , pirataria e tr•fico de drogas e organismos internacionais, tais como o Fundo Monet•rio animais . Internacional – FMI, a Organiza‚ƒo Mundial do Com…rcio – OMC, o MERCOSUL, a ALCA, etc..

  A SRF atua na fiscaliza‚ƒo aduaneira das mercadorias, produtos e bens que ingressam no Pa€s ou que sƒo enviados ao exterior , responsabilizando-se , ainda, pela cobran‚a dos direitos aduaneiros ( tributos) porventura incidentes nessas opera‚ˆes.

  2.2.6 - M inistério das Relações Exteriores 2.2.7 - APEX Agência de Promoção de Exportações e Investimentos.

  1. Promo‚ƒo comercial das exporta‚ˆes 1. 1997: GerŠncia especial do SEBRAE, a partir de brasileiras e as negocia‚ˆes internacionais

  2003 passou a operar como servi‚o social

  2. Discussƒo de temas como acesso aos aut•nomo, vinculado ao MDIC mercados, defesa comercial, investimentos e

  2. Promo‚ƒo do produto nacional no exterior e fluxos internacionais de capital atra‚ƒo de investimentos estrangeiros no pa€s

  21/04/2013 2.2.8 - Banco do Brasil S/ A e Outras Entidades intervenientes no Comércio Exterior

  1. Associa‚ƒo de Com…rcio Exterior do Brasil (AEB), Confedera‚ƒo Nacional da Ind‹stria, Federa‚ˆes Estaduais e C‡maras de Com…rcio

  2. Promo‚ƒo do produto nacional no exterior e atra‚ƒo de investimentos estrangeiros no pa€s Desafio à política comercial Genebra - A queda nos pre€os das commodities pode obrigar o Brasil a rever sua

  UNIDADE III – CONCEITOS BŒSICOS

  estrat‚gia para manter um superˆvit em sua balan€a comercial. Dados coletados pela Organiza€•o Mundial do Com‚rcio (OMC) sugerem que a queda nos pre€os dos

  3.1 - Incentivos, subs€dios e dumping

  bens agr…colas pode reduzir “de forma substancial” o superˆvit brasileiro. Para deixar a situa€•o dos exportadores brasileiros ainda mais dif…cil, a Europa acaba de 3.2 - Barreiras tarif•rias e nƒo-tarif•rias anunciar que terˆ uma safra que pode bater recordes em 2008, o que deve fazer com

  3.3 - Nomenclaturas de mercadorias que os pre€os caiam ainda mais.

  ”O que estamos vivendo ‚ uma corre€•o nos pre€os das commodities, que estavam

  3.4 – Intervenientes e operadores do com…rcio

  altos”, explicou Michael Finger, chefe da divis•o de estat…sticas da OMC. “Com a alta de pre€os, muitos consumidores deixaram de comprar nos volumes que estavam acostumados, principalmente nos pa…ses ricos onde a desacelera€•o da economia ‚ clara. O resultado ‚ que o mercado se auto-regulou e os pre€os voltaram a cair”,

  UNIDADE IV – A pr•tica do com…rcio exterior explicou Finger. 4.1 - Condi‚ˆes de Venda – Incoterms

  Segundo a anˆlise da OMC, mais da metade da alta registrada nas exporta€Šes nacionais nos ‡ltimos meses ocorreu gra€as aos pre€os, e n•o ao volume exportado.

  4.2 - Pagamentos e aspectos cambiais

  O mesmo jˆ havia ocorrido em 2007. No ano passado, o Pa…s registrou um crescimento das exporta€Šes de 17% em valor, com US$ 161 bilhŠes.

  4.3 - Roteiro da exporta‚ƒo Em volume, por‚m , o Brasil teve uma alta de suas vendas de apenas 6,9% em 2007.

  Nos primeiros quatro meses do ano, a alta nos pre€os das commodities salvou as

  4.4 - Roteiro da importa‚ƒo

  exporta€Šes brasileiras e permitiu que o Pa…s tenha uma taxa de crescimento em 2008 acima dos …ndices da China, pela primeira vez em d‚cadas. (AE)

  21/04/2013 3 - Classifica‚ƒo fiscal de mercadorias

  O Sistema Harmonizado de Designação e de Codificação de Mercadorias (SH) é a nomenclatura de seis dígitos adotada por aproximadamente 200 países. O texto oficial passou por

  3.1 - Sistema Harmonizado (SH) cinco Emendas (1992, 1996, 2002, 2007 e 2012) sendo a atual aprovada para produzir efeitos a partir de 1º de janeiro

  Estrutura do Sistema Harmonizado de 2012.

21 Se‚ˆes e 96 cap€tulos, de acordo com 06 regras gerais de interpreta‚ƒo.

  Este Sistema foi criado para promover o desenvolvimento do comércio internacional, assim como aprimorar a coleta, a comparação e a análise das estatísticas, particularmente as do

  A classifica‚ƒo das mercadorias obedece a comércio exterior. Além disso, o SH facilita as negociações seguinte ordem: cap€tulo – posi‚ƒo – subposi‚ƒo. comerciais internacionais, a elaboração das tarifas de fretes e das estatísticas relativas aos diferentes meios de transporte de mercadorias e de outras informações utilizadas pelos diversos intervenientes no comércio internacional.

  • No SH, a Se‚ƒo I – animais vivos e produtos do reino 02 - Exemplo

  A nomenclatura SH … composta de seis d€gitos, animal – por exemplo, corresponde aos Cap€tulos 1 ao 5. como por exemplo: 0102.91 - Animais Vivos da Esp…cie Su€na outros de peso

  A Se‚ƒo II – produtos do reino vegetal, diz respeito aos • inferior a 50 kg. Cap€tulos 6 (plantas vivas e produtos de floricultura), 7 (produtos hort€colas, plantas, ra€zes e tub…rculos,

  Os dois primeiros d€gitos ( neste exemplo) representam o cap€tulo no qual foi

  01 comest€veis), al…m dos Cap€tulos 8 a 14, este ‹ltimo classificado a mercadoria, ou seja Animais Vivos. utilizado na classifica‚ƒo das mat…rias para entran‚ar e outros produtos de origem vegetal.

  O terceiro e quarto d€gito ( 02 neste exemplo) representam a posi‚ƒo, dentro do cap€tulo correspondente, da mercadoria, neste caso Animais Vivos da Esp…cie Su€na. O Quinto d€gito ( neste exemplo) est• relacionado a subposi‚ƒo simples ou de 1‘

  9 n€vel, ou seja, outros

.

  O sexto d€gito ( 1 neste exemplo) est• relacionado a subposi‚ƒo composta ou de 2‘ n€vel, ou seja, de peso inferior a 50 kg.

  21/04/2013

  • Exemplo :

  3.2 - Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) C•digo 0401.30.21 – creme de leite UHT (ultra high temperature), nƒo concentrado nem adicionado de a‚‹car ou de outros edulcorantes, com um

  O Brasil, a Argentina, o Paraguai e o Uruguai adotam, desde janeiro de 1995, a teor, em peso, de mat…rias gordas, superior a 6%. Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM), que tem por base o Sistema Harmonizado. Assim, dos oito dígitos que compõem a NCM, os seis primeiros são formados pelo Sistema Harmonizado, enquanto o sétimo e oitavo dígitos

  a) Cap€tulo 04 – leite e latic€nios; ovos de aves; mel natural/ produtos comest€veis de origem animal, nƒo especificados nem compreendidos em correspondem a desdobramentos específicos atribuídos no âmbito do outros cap€tulos; Mercosul. b) Posi‚ƒo 04 01 – leite e creme de leite, nƒo concentrados, nem adicionados A sistemática de classificação dos códigos na Nomenclatura Comum do de a‚‹car ou de outros edulcorantes; Mercosul (NCM) obedece à seguinte estrutura: c) Subposi‚ƒo 0401. 30 – com teor, em peso, de mat…rias gordas superior a 6%; d) Item 0401.30. 2 - creme de leite;

  e) Subitem 0401.30.2 1 – UHT (ultra high temperature).

  NCM/SH

  3.5 - Competência quanto à classificação fiscal de mercadorias

  ANIMAIS VIVOS E PRODUTOS DO REINO Se‚ƒo I †

  ANIMAL

  Secretaria da Receita Federal (SRF) do

  Cap€tulo 01 † Animais vivos

  Minist…rio da Fazenda, por interm…dio da

  Posi‚ƒo 0104 † Animais vivos das esp…cies ovina e caprina

  Coordena‚ƒo-Geral do Sistema Aduaneiro e

  Subposi‚ƒo 0104.10 † Ovinos

  da SuperintendŠncia Regional da Receita

  Item 0104.10.1 † Reprodutores de ra‚a pura Federal. Subitem 0104.10.11 † Prenhe ou com cria ao p…

4 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERM S)

  INCOTERM S 2010 ou 2011 ”, ap•s a Publica‚ƒo da C‡mara de Com…rcio Internacional (CCI), organismo internacional de car•ter privado, resp

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