O esforço para fazer funcionar a lógica da qualidade fica muito facilitado se adotarmos alguns bons

  Síntese da vida profissional Síntese da vida profissional Prof. Ivan Arenque Passos Prof. Ivan Arenque Passos

  Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade

  • Ivan Arenque Passos, casado, 40 anos, Bacharel em Administração em Comércio Exterior – UNIP/SP, MBA marketing – FGV/ES, Administração Estratégica – University Central Florida EUA, Mestrando Administração Estratégica. Membro do Programa de Administração de Varejo da Fundação Instituto de Administração (FIA- USP) – Coordenador Pós-Marketing (FESV) – Coordenador Acadêmico (GBS-

  IBMEC) – Consultor (MKTPASSOS)

  • Esteve trabalhando nas seguintes empresas:
  • Consultoria e treinamento em Adm. E Marketing – MKTPASSOS Se especializou

  nas áreas:

  • Gestão da Qualidade Total, Marketing Varejo, Produto, Serviços, Pessoal, Social e Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Cultural e Administração. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

  Princípios da Qualidade O esforço para fazer funcionar a lógica da qualidade fica muito facilitado se adotarmos alguns bons princípios ou fundamentos da gestão.Todas as atividades possuem seus princípios ou fundamentos; dominá-los é pré-requisito para poder desempenhar esta atividade com nível competitivo. Vamos dar

  Princípios da Qualidade alguns exemplos. Na atividade futebolística, os fundamentos (ou princípios) são a passe, o chute, o cabeceio, o drible etc. O nosso grande herói Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, foi o rei do futebol porque dominava estes fundamentos como poucos (claro, além de ter inteligência emocional para

  Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Na gestão da Qualidade (e de uma forma abrangente na gestão geral das organizações), a

  ISO 9000 estabelece oito princípios da qualidade ou fundamentos. O respeito a estes fundamentos pode fazer uma organização vencedora, assim como a ausência deles pode criar sérias barreiras à competitividade.

  Princípios da Qualidade Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

  1- Foco no Cliente 2- Liderança 3- Envolvimento das Pessoas 4- Abordagem de Processo 5- Abordagem Sistêmica 6- Melhoria Contínua 7- Abordagem Factual à Tomada de Decisão 8- Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores

  Princípios de Gestão da Qualidade Determinar necessidades & expectativas do cliente

  Requisitos Satisfação do cliente Princípio 1 Foco no cliente

  As organizações As organizações dependem dos dependem dos clientes clientes

  Os Os líderes líderes estabelecem estabelecem unidade unidade de de objetivo, objetivo, orientação orientação e e ambiente ambiente interno interno no no qual qual as as pessoas pessoas se se tornam tornam plenamente plenamente envolvidas envolvidas..

  Princípio 2 -Liderança Princípio 3 - Envolvimento das pessoas Princípio 4 - Abordagem de processo

  • As pessoas são a essência da As pessoas são a essência da

  Um resultado desejado é mais Um resultado desejado é mais organização. organização. eficientemente atingido quando os eficientemente atingido quando os

  • O envolvimento pleno delas O envolvimento pleno delas

  recursos e as atividades são recursos e as atividades são possibilita utilizar suas habilidades possibilita utilizar suas habilidades gerenciadas como um processo. gerenciadas como um processo. Entrada Saída para benefício da organização. para benefício da organização. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Transformação

  Princípio 5 - Abordagem sistêmica Princípio 6 - Melhoria contínua

  Melhoria Melhoria contínua contínua é é um um objetivo objetivo permanente permanente

  Identificar, entender Identificar, entender e e gerenciar gerenciar um um

  da da organização organização

  sistema sistema de de processos processos inter-- inter relacionados relacionados para para um um dado dado objetivo objetivo contribui para contribui para a a melhoria melhoria da da eficácia eficácia e e

  Melhoria da qualidade: “parte da gestão da Entrada Saída Entrada Saída da da eficiência eficiência.. qualidade que focaliza no aumento da capacidade de

  Transformação Transformação atender os requisitos” (ISO 9000:2000)

  Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Decisões eficazes são baseadas em Decisões eficazes são baseadas em análises lógica e intuitiva de dados e análises lógica e intuitiva de dados e informações. informações.

  Princípio 7 - Abordagem factual à tomada de decisão Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

  O O relacionamento relacionamento mutuamente mutuamente benéfico benéfico entre entre a a organização organização e e seus seus fornecedores fornecedores aumenta aumenta a a capacidade capacidade de de ambos ambos de de criar criar valor valor..

  Princípio 8 - Relacionamento mutuamente benéfico de fornecedores Mahatma Gandi, o grande líder pacifista da independência indiana, escreveu o seguinte texto sobre a importância dos clientes para as organizações:

  Considerações O cliente “ Um cliente é o visitante mais importante da nossa casa.

  Ele não depende de nós; Nós dependemos dele. Ele não é uma interrupção em nosso trabalho; Ele é o propósito deste trabalho. Ele não é um estranho ao nosso negócio; Ele faz parte deste negócio. Nós não estamos fazendo um favor em servi-lo; Ele está fazendo um favor em nos dar esta oportunidade”.

  Brainstorming Fases para condução de uma sessão 1º Escolha do Coordenador Poderá ser uma pessoa (interna ou externa) indicada pela direção da empresa ou escolhido pelos membros do grupo entre seus próprios componentes.

  Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com AS FERRAMENTAS DA QUALIDADE Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com 01 - Ferramentas da Qualidade Brainstorming Ferramentas da Qualidade Brainstorming Brainstorming – é um termo de origem britânica que pode ser traduzido como tempestade de idéias, no qual consiste em reunir um grupo de funcionários com o propósito de “gerar” idéias e emitir opiniões acerca dos diversos assuntos vivenciados na empresa.

  Funções do Coordenador:

  • – Esclarecer sobre o tema e os objetivos da sessão;
  • – Conduzir as atividades, fazendo que o grupo se sinta à vontade;
  • – Estimular a imaginação e a criatividade dos participantes a exporem os problemas vivenciados na empresa e as possíveis soluções;
  • – Orienta os participantes no sentido de que não poderá haver críticas das idéias apresentadas durante a sessão;
  • – Ser o moderador e controlar o tempo de exposição de cada

  Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Brainstorming Fases para condução de uma sessão 2º Anotar as idéias apresentadas Escrever todos os problemas de acordo com o ponto de vista de cada partici-pante, colocar as idéias em um local visível para todos, de forma que na segunda etapa eles possam selecioná-las e priorizá-las.

  3º Priorização dos Problemas Aplicar o GUT (técnica que apresentaremos a seguir). 4º Sessão de Sugestões Deverá ser promovido uma nova sessão, com o objetivo de oferecer sugestões para os problemas priorizados.

  5º Relatório de Resultados Emitir relatório descrevendo os problemas identificados e a proposta de solução para cada um deles à direção da empresa. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

  Ferramentas da Qualidade Brainswriting O Brainswriting é um modelo semelhante ao Brainstorming, cujas diferenças essenciais são: as idéias são apresentadas por escrito e as contribuições são mais bem elaboradas, porque existe mais tempo para refletir sobre elas.

  Brainstorming: tempestade de idéias Uma técnica de reunião grupal, destinada ao recolhimento do maior numero possível de idéias e sugestões para a solução de um determinado problema ou situação de trabalho. As sugestões apresentadas são analisadas pelo próprio grupo que elege aquela ou aquelas que sejam mais adequadas.

  02 - GUT – Método para Priorização de Problemas

  02 - GUT – Método para Priorização de Problemas GUT – Método para Priorização de Problemas Quadro de Prioridades

  • Para facilitar os cálculos e definir as prioridades, deve-se utilizar o
  • É uma ferramenta que consiste, basicamente, em separar e priorizar os

  Quadro de Prioridades - QP, onde cada participante analisa e avalia problemas para fins de análise e posterior resolução. Sua base é fundamentada cada fator, atribuindo-lhes notas 1, 3 ou 5, relacionadas ao problema no tripé: levantado.

  • – “ G ” – Gravidade – avaliar as conseqüências negativas que podem trazer para os clientes;
  • – “ U ” – Urgência – avaliar o tempo necessário ou disponível para corrigir os problemas levantados;
  • – “ T ” – Tendência – avaliar o comportamento evolutivo (irá melhorar ou piorar) da situação.
    • Para cada um dos fatores acima deve ser atribuída uma nota de acordo com a relevância de cada problema levantado. (1 = baixo; 3 = médio e 5 = alto). Em seguida multiplicam-se os três fatores por eles próprios ( G

  X U

  X T = OP ), onde o OP é o resultado que estabelece a Ordem de Prioridade para

  • O QP acima demonstra que os problemas deverão ser resolvidos na resolução dos problemas apresentados. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com seguinte ordem: 2, 1, 4, 3 e finalmente o problema 5. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

  O R I G E N S 03 - 5S

  • melhorar a qualidade de vida dos funcionários,
  • transformando o ambiente da empresa,
  • e a atitude das pessoas,
  • aumentar a produtividade da instituição,
  • diminuindo desperdícios,reduzindo custos.
  • Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

      Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com O B J E T I V O S

      SEIRI DESCARTE SEITON ARRUMAđấO SEISSO LIMPEZA SEIKETSU SAÚDE SHITSUKE DISCIPLINA ! ! " #

    COMO PRATICAR

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    COMO PRATICAR

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    • Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

        ciclo PDCA consiste em uma

        seqüência de passos utilizada para controlar qualquer processo definido. Os passos são os seguintes:

        PLAN – Planejar – Estabelecer os objetivos e processos necessários para 04 - O Ciclo do PDCA fornecer resultados de acordo com os requisitos do cliente e políticas da organização.

        DO – Executar – Implementar os processos (conforme estabelecido no planejamento). CHECK – Verificar - Monitorar e medir os processos e produtos em relação às políticas, aos objetivos e aos requisitos para o produto e relatar os resultados.

        ACT – Agir Corretivamente - Executar ações para promover continuamente

        04 - O Ciclo do PDCA AGIR PLANEJAR onde se quer sobre as causas, em Chegar: META caso de não atingimento

        Definir como A A P P do planejado chegar lá:

        05 - CCQ MEIOS C C D D

      VERIFICAR CAPACITAR

        as pessoas, os resultados obtidos, se necessário

        EXECUTAR comparando-os com o que foi as Metas Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com planejado Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

        05 - CCQ CCQ - CIRCULOS DE CONTROLE DE QUALIDADE São equipes que buscam identificar e propor soluções aos problemas e/ou melhorias nos processos, produtos e serviços dentro da sua área de atuação. Os Grupos de Melhoria Contínua buscam promover o

        06 - Check List ( lista de verificação ) autodesenvolvimento das pessoas dando oportunidade para demonstrarem sua capacidade criativa, contribuindo para a inovação das relações interpessoais e dos processos produtivos e administrativos da organização, visando o crescimento do individual e institucional.

        06 - Check List ( lista de verificação ) É uma lista de verificação que serve para observar a sistemática de fenômenos, permitindo uma visualização dos diversos fatores envolvidos e seus padrões de comportamento.

        07 - Diagrama de Pareto Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com 07 - Diagrama de Pareto

      ANALISE DO PARETO

        O que é o Diagrama de Pareto? Coleta-se dados sobre os maiores problemas/causas, Problemas de qualidade aparecem sob a forma de perdas (defeituosos colocando em forma de gráfico para visualizar qual que e seus custos). ocorre com maior freqüência. Baseado nas evidências É extremamente importante esclarecer o modelo de distribuição das pode-se priorizar o maior problema a ser trabalhado. falhas. Mais do que as perdas, será esperado muitos poucos tipos de defeitos e seus efeitos podem ser atribuídos a pequenos números de causas.

        Portanto, se as causas desses POUCOS DEFEITOS VITAIS são identificados, nos podemos eliminar quase todas as perdas concentrando nossos esforços nessas causas particulares, deixando de lado os outros MUITOS DEFEITOS TRIVIAIS para serem atacados posteriormente.

        Ferramentas da Qualidade Gráfico de Pareto Análise Gráfico de Pareto

        É um método que parte da premissa de que existe um nº reduzido de causas, da ordem de 20% , que provoca 80% dos problemas que • Monte o Gráfico de Pareto a partir do Mapa de Ocorrências. afetam os processos; se corrigidos a tempo, praticamente eliminam-se os problemas existentes.

        Roteiro para Aplicação

      • Defina o processo a ser analisado (ex. entrega de mercadorias) e inicie o levantamento dos problemas que o afetam.
      • Prepare o Mapa de Ocorrências, colocando os problemas em ordem decrescente de acordo com o número de ocorrências.
      • Analise cada problema, iniciando-se pelo “A”, “B”, nesta seqüência até “outros”, perguntando: o que?, onde?, quando?, quem?, como? E por que? Observa-se que resolvidos os problemas “ A ” e “ B ”, Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com praticamente resolve-se o problema maior – Entrega de Mercadorias. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

        08 - Histograma Gráfico estatístico de colunas que pode ser utilizado com duas finalidades:

      • Registrar cronologicamente a evolução de um fenômeno em um período de tempo;

        08 - Histograma

      • Registrar as freqüências de vários fenômenos em um momento ou período definido.

        HISTROGRAMAS COMO CONSTRUIR O HISTOGRAMA

        Os dados obtidos a de uma amostra servem como base para a decisão sobre uma população.

        Passo 1: Numa tabela quadrada, marcar no eixo vertical

        Quanto maior for o tamanho da amostra maior será a

        do lado informação sobre a população.

        esquerdo, a freqüência de observações e do lado direito a Mas à medida que aumenta o tamanho da amostra fica difícil o porcentagem. No eixo horizontal os intervalos de classes. entendimento da população, se estes dados estiverem dispostos apenas em um tabela.

        Passo 2: Em cada intervalo de classe, levantar um

        Para facilitar então o entendimento, construímos o histograma,

        retângulo que permitirá entender a população de forma objetiva.

        (barra) correspondente à freqüência de classes.

        Passo 3: Nos espaços em branco, registrar dados informativos: Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com tamanho de amostra, média, desvio padrão. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

        INTERPRETAđấO DO HISTOGRAMA Ferramentas da Qualidade

      a) Geral ( Simétrico): O valor médio do histograma esta

        Histograma enquadrado no centro da amplitude dos dados.

        A freqüência é maior no centro e torna-se gradualmente menor à medida que nos aproximamos dos extremos.

        O Histograma é um gráfico composto por abscissas (eixo x) e Obs: Este tipo é o que aparece na maior parte dos casos. ordenadas (eixo y), onde são colocadas barras ou retângulos contíguos que representam a distribuição da variação dos dados que ocorrem dentro de um processo, cujo objetivo é apresentar uma situação para fins de análise e posterior solução.

        Roteiro para elaboração

      • – Definir o processo a ser analisado (levantar os dados)

        Ex. reclamação de clientes per capita por localidade: São Paulo (38), Campinas (68), Santos (18), Uberaba (22), Uberlândia (68) e Goiânia (70).

        Histograma Histograma Roteiro para elaboração

        Roteiro para elaboração

      • Montar o histograma , onde as escalas devem crescer da esquerda para direita • Elaborar a tabela dos dados levantados (percentual em (eixo “x”) e de baixo para cima (eixo “y”).

        relação ao número de clientes de cada filial).

      • Analisar o histograma , onde pode-se verificar que o número de reclamações

        está mais acentuado, nas filiais de Uberlândia e Goiânia. Providências devem ser tomadas para eliminar o grau de reclamações, especialmente, nestas duas Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com filiais. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Histograma Roteiro para elaboração

      • Tomar as medidas preventivas cabíveis e elaborar novo levantamento (adotar os mesmos procedimentos descritos anteriormente) e verificar os novos resultados.

        São Paulo (8), Campinas (4), Santos (2), Uberaba (6), Uberlândia (11,2) e Goiânia (14).

        09 - Espinha de Peixe Observa-se que os resultados foram positivos, porém podem e devem melhorar ainda mais.

        Espinha de Peixe Espinha de Peixe DIAGRAMA DE CAUSA-EFEITO

        Tem por finalidade representar graficamente a seqüência de O que é o Diagrama de Causa-Efeito ? realização de uma atividade ou os diversos passos que a compõem.

        É um Diagrama que permite visualizar simples e facilmente cadeia de causas e efeitos do problema. O Diagrama mostra a relação entre a características de qualidade e fatores. Na realidade, não utilizado somente para tratar de aspectos de características de qualidade mas também pose ser aplicado para outros campos e áreas. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com É conhecido como “diagrama de espinha de peixe”. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

        Diagrama de Causa e Efeito – DCE

        Este diagrama é alternativamente conhecido de formas

        Roteiro para Elaboração

        variadas, dependendo da área de aplicação, por classificar os • Defina o problema (anomalia ou efeito) a ser analisado. problemas em tipos básicos conhecidos:

      • Levante as causas prováveis que possam estar contribuindo para gerar o problema.

        Diagrama 6M, nas indústrias de transformação: Método, • Elabore o diagrama (Ex. processo ensino-aprendizagem).

        Matéria-prima, Mão-de-obra, Máquinas, Medição, Meio ambiente.

        Diagrama 8P, na administração e indústrias de serviços:

        Preço, Promoção, Pessoas, Processos, Planta, Políticas, Procedimentos e Produto.

        Diagrama 4S, na indústria de serviços: Arredores

        (surroundings), Fornecedores (suppliers), Sistemas, Habilidades (skills).

        Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Diagrama de Causa e Efeito – DCE Método dos Porquês Com o objetivo de analisar o processo, aplica-se a técnica dos porquês , que deve se utilizada uma, duas ou quantas vezes forem necessárias até chegar à causa fundamental do problema.

        Ex. com base no diagrama anterior (Recursos audiovisuais inexistentes) ⇨ ⇨ ⇨ ⇨

        Por que não existem recurso audiovisuais na escola? Resposta: porque nunca foram solicitados.

        ⇨ ⇨ ⇨ ⇨ Por que nunca foram solicitados?

        Resposta: porque os alunos e professores julgam que a direção não irá adquiri-los.

        ⇨ ⇨ ⇨ ⇨ Por que fazem este julgamento?

        Resposta: porque tudo que é solicitado recebe um não como resposta. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com 10 - DIAGRAMA DE DISPERSÃO

        O QUE É DIAGRAMA DE DISPERSÃO? Pode-se conhecer diretamente o perfil da distribuição dos pares de dados a partir de sua leitura do seu gráfico. Para isso, a primeira coisa que se deve fazer é examinar se há ou não pontos anômalos no diagrama.

        Pode-se presumir que, em geral, quaisquer destes pontos distantes do grupo principal são o resultado de erro de medição, ou de registro de dados ou foram causados por alguma mudança nas condições de operação. É necessário excluir estes pontos para a análise de correlação. Contudo, ao invés de desprezar estes pontos por completo, deve-se prestar a devida atenção às causas de tais irregularidades, pois muitas vezes obtêm-se informações inesperadas porém úteis, descobrindo-se por que

        DIAGRAMA DE DISPERSÃO Caso de Aplicação:

        a) Relação entre Característica de Qualidade e fator que a afeta.

        b) Relação entre duas Características de qualidade.

        c) Dois fatores relacionados a uma única característica de qualidade.

        Exemplo:

      • - Correlação positiva -Correlação negativa

        11 -CEP -Pode haver correlação positiva - Pode haver correlação negativa - Não há correlação Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com - Não há correlação Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com CEP

      • O Controle Estatístico do Processo (Cep) é uma coleção de ferramentas, que auxiliando na diminuição da variabilidade do processo, permitem o alcance de um processo estável cuja capabilidade pode ser melhorada. (RIBEIRO, 1998).
      • A utilização desta ferramenta em tempo real de produção vem auxiliando diversas organizações a alcançar índices nunca antes obtidos na redução de variabilidade do processo e redução do

        12 - ESTRATIFICAđấO percentual de refugos.

      • As ferramentas do Cep contemplam o uso de histogramas, listas de verificação, gráfico de pareto, diagrama de causa e efeito, diagrama de concentração de defeitos, diagrama de
      • dispersão e gráficos de controle. Cada uma das ferramentas é utilizada com o objetivo de analisar o processo sob o ponto de vista de identificar a causa de sua variabilidade, buscando evidências a partir de resultados obtidos após o uso adequado de cada uma delas.

        EXEMPLOS DE ESTRATIFICAđấO ESTRATIFICAđấO

        a) Uma serie de quadro de maquinas (A, B, C e D) estão produzindo um mesmo item. Amostras foram retiradas de Quando os valores observados estão divididos em duas ou tempo em tempo de cada maquina e os resultados das medidas mais subpopulações dentro da população de dados, então as em médias foram misturadas e registradas no gráfico abaixo. subpopulações são chamadas extratos e a divisão dos dados em estratos é chamada estratificação.

        Os valores observados são sempre acompanhados por algumas variações. Portanto, quando os dados são estratificados de forma a separar os fatores que são causadores das variações, as causas das variações tornam-se mais facilmente detectáveis. Este método pode ser usado efetivamente para elevar a qualidade do produto pela redução da variação e melhoria da media do processo. A estratificação é usualmente utilizada para matéria prima, máquina, condição de operação e operadores. Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com

        Verificamos que no período entre 12:00 e 14:00 horas tivemos valores das médias fora do limite superior de especificação. A partir daí surge a dúvida. Será que todas as máquinas estão fora ou esta desconformidade está sendo produzida por uma ou duas das máquinas? Então há a necessidade de fazermos uma estratificação dos valores encontrados por máquina. No exemplo fizemos a estratificação por máquina encontrando a seguinte: Característica

        Concluímos então, após estratificação, que a desconformidade está sendo gerada na máquina C.

        13 - Método 5W 2H:

        A partir daqui resta-nos procurar a causa do problema e elimina-la.

        Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com PLANO DE AđấO PLANO DE AđấO

        PLANO DE AđấO PLANO DE AđấO O quê? Por que? Como? Quem? Quando? Onde? Quanto Método 5W 2H: WHAT WHY HOW WHO WHEN WHERE Custa? HOW MUCH

        utilizado como método para contruir os

        Check-list Ação ou tarefa Justificativa Meio ou Responsável Prazo ou data Local de

        planos de ação, frutos de planejamentos estratégico proposta lógica sobre a maneira pela pela realização de conclusão materializaçã Custo

        a ser motivação da qual a ação da ação. Não da ação. o da ação. estimado para ou tático. realizadas para ação proposta. poderá ser precisa ser o a realização da o atingimento viabilizada. executor. Pode ser Pode ser ação. dos objetivos definido como definido um estratégicos ou um prazo local físico Pode ser

        Os Ws correspondem às seguintes palavras do

        das metas relativo a uma ou virtual. fornecido

        inglês: What (o quê), Who (quem), When (quando) e táticas. outra ação. Exemplo: através de

        http://www.d parâmetros Why (por que). omínio.com.b como Hhs, r

        Os Hs corresponde a How (como) e How Much

        ESSENCIAIS ESSENCIAIS (quanto custa).

        Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com PLANO DE AđấO PLANO DE AđấO WEINHARDT, Lincoln

        PLANO DE AđấO

      • - 5W2H PROJETO: Contingência na Tecnologia de Informações da MACoil PROBLEMA: Garantir o Contingenciamento dos Sistemas de Informação da MACoil SOLUđấO PROPOSTA: Plano de Ação Multifásico RESULTADO ESPERADO: Elevada Segurança dos Sistemas de Informação da MACoil What Why How Who When Where How Much
      • 1 Revisar e modernizar sistema de Nobreak da rede estabilizada. Garantir eficiência em caso de falha na linha da Fornecedora Local. Considerando a hipótese de cluster. Através de consultoria especializada. Diretor de infra- estrutura Ago Sub-estação R$ 200.000 2 Organizar cubículo e rack de switches da rede estruturada. Evitar riscos de incêndio e acidentes devido aos riscos de curto ocasionados por fiação mal organizada. Através de solicitação ao Serviço de Telecom. Supervisor do CPD Jun CPD R$ 100.000 3 Remanejar local da Expedição das proximidades da Operação dos Servidores. Evitar riscos de incêndio devido a presença de combustíveis no local (Papel e toner) e a vulnerabilidade causada por pessoas estranhas junto ao escaninho. Refazer o Lay-out e solicitar a execução do serviço. Supervisor do CPD Jun CPD R$ 100.000 4 Revisão da distribuição dos extintores na sala da Operação do CPD. Garantir um rápido combate à eventual foco de incêndio. Através de consultoria especializada. Supervisor do CPD Mai CPD R$ 5.000 5 Instalação de sensores de fogo e gás interligados ao sistema de monitoramento. Para garantir o bloqueio imediato da sala em caso de sinistro. Contratando serviço especializado. Diretor de infra- estrutura Ago CPD R$ 100.000

          6 Instalação de sistema de extinção de CO2 no interior do CPD interligados ao sistema de emergência. Garantir um rápido combate à eventual foco de incêndio. Contratando Serviço Especializado. Diretor de infra- estrutura Ago CPD R$ 200.000 7 Restringir o acesso de pessoas da área do CPD. Garantir a Segurança física do local, reduzindo as chances de atentados e acidentes. Instalando cadeado eletrônico, porteiro eletrônico com camera de vídeo. Diretor de infra- estrutura Jun Operação R$ 20.000 8 Capacitar todos os empregados do CPD ao combate de incêndio classe B. Garantir a eficiência no combate a eventual sinistro. Através de treinamento específico. Supervisor do CPD Out Centro de Treinamento R$ 20.000 Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com MELHORIA CONTÍNUA MELHORIA CONTÍNUA MELHORIA CONTÍNUA MELHORIA CONTÍNUA KAIZEN:

          Palavra japonesa que se refere à prática da melhoria contínua através de pequenas mudanças, utilizando- se de métodos, técnicas e da criatividade das pessoas no seu próprio setor de trabalho, em quaisquer níveis hierárquicos, sem maiores investimentos.

          Em Grego krisis, crise significa a decisão tomada por um juiz ou um médico; Em Sânscrito, crise vem de kir ou kri que significa purificar e limpar; Em Chinês, crise representa purificação e oportunidade de crescimento.

          Leonardo Boff Um sucesso espetacular é sempre precedido de uma preparação espetacular.

          Crise Crise

          Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Estratégia Oceano Azul Estratégia Oceano Azul Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Competir nos espaços de mercado existentes Criar espaços no mercado inexplorados Vencer os concorrentes tornar a concorrência irrelevante Aproveitar a demanda existente Criar e capturar a nova demanda Fazer o trade-off* Valor-Custo romper o trade-off* Valor-custo Alinhar todo o sistema de atividades da empresa com sua escolha estratégica de diferenciação ou baixo custo Alinhar todo o sistema de atividades da empresa em busca da diferenciação e baixo custo. Estratégia do Oceano Vermelho Estratégia do Oceano Azul (*) Trade-off = sacrificar uma coisa pela outra. KIM, Chan W.; MAUBORGNE, Renée. A Estratégia do Oceano Azul. Como criar novos mercados e tornar a concorrência irrelevante.Tradução de Afonso Celso da Cunha Serra. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

          Estratégia Oceano Azul

          W. Chan Kim Um dos conceitos mais importantes dentro da idéia do Oceano Azul é que a estratégia deve ser constantemente reinventada. “ É inevitável que o Oceano Azul se torne vermelho com o passar do tempo, porque os concorrentes irão te imitar e tentar aperfeiçoar a sua idéia ”.

          “ Por isso, é importante saber que é necessário de tempos em tempos retomar a estratégia ”. As Casas Bahia criaram um nicho de mercado específico para atender as camadas mais pobres da população brasileira . “Este é um exemplo claro de como desenvolver um Oceano Azul. E esse nicho pode ser Fonte: Portal HSM On-line

          Estratégia Oceano Azul

          W. Chan Kim Case H2OH!

          Para o Seven Up, da PepsiCo, sair do Red Ocean rumo ao Blue Ocean das águas saborizadas, foi necessário: 1- Encontrar Insights na construção de um posicionamento inovador num mercado hiper- competitivo.

          2- Mudar o paradigma de um mercado comoditizado. Desafiar: porque não??? Carlos Ricardo

          Fonte: Portal HSM On-line Case H2OH! Case H2OH!

          “Os insights* são vitais em “Os insights* são vitais em um processo de inovação” um processo de inovação” Carlos Ricardo Carlos Ricardo “Tivemos de “Tivemos de entender os entender os anseios da anseios da população para população para atendermos suas atendermos suas demandas” demandas” Fonte: Portal HSM On-line

          Carlos Ricardo Carlos Ricardo 29/08/2007 (*) Insights = pronfunda compreensão da situação Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com 29/08/2007 Fonte: Portal HSM On-line Existem oportunidades: Existem oportunidades: Existem oportunidades: Existem oportunidades:

          é preciso enxergá-las é preciso enxergá-las é preciso enxergá-las é preciso enxergá-las C.K. Prahalad C.K. Prahalad C.K. Prahalad C.K. Prahalad

          Na promissora base da pirâmide, indústrias

          “O gestor precisa repensar novos

          como a de celulares conseguiram atrair até

          modelos de negócios. Deve apostar na

          os consumidores de baixa renda. “O

          essência da transformação

          mercado indiano de telefonia celular cresce

          empreendedora, porque o bom

          vertiginosamente”. “Existem aqueles que

          estrategista precisa ser inovador e ter

          acham que penetrar na base da pirâmide pode ser inviável e existem outros que vêem

          aspirações maiores que os recursos”

          nessa lacuna a melhor oportunidade, Fonte: Portal HSM On-line exatamente porque ainda não foi explorada”. Fonte: Portal HSM On-line

          Prof. Ivan Passos – MKTPASSOS@GMAIL.COM - www.mktpassos.com Observe o mercado para conquistar novos clientes Observe o mercado para conquistar novos clientes “Sempre existe algo plausível a ser feito”.

          .

          

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