RELATÓRIO FINAL PROJETO "FUNCIONALIDADE DE CORREDORES DE VEGETAÇÃO PARA PEQUENOS MAMÍFEROS NA FLORESTA ATLÂNTICA, ES"

  RELATÓRIO FINAL PROJETO "FUNCIONALIDADE DE CORREDORES DE VEGETAđấO PARA PEQUENOS MAMễFEROS NA FLORESTA ATLÂNTICA, ES" Equipe: Msc. Mariana Ferreira Rocha (doutoranda/UFLA)

  Dr. Marcelo Passamani (orientador/UFLA)

  Instiuição participante: Universidade Federal de Lavras (UFLA) 2013

1. INTRODUđấO

  Dentre os países que possuem as maiores diversidades biológicas (número de espécies), o Brasil ocupa o primeiro lugar, abrigando cerca de 14% do número total de espécies do planeta (Lewinsohn & Prado, 2002). Essa elevada diversidade advém principalmente das florestas tropicais, que correspondem ao ecossistema terrestre mais rico do mundo, podendo abrigar mais da metade das espécies biológicas em apenas 7% da superfície da terra (Myers, 1997).

  A Floresta Atlântica brasileira é um bom exemplo, tanto da riqueza como do grau de endemismo (espécies restristas ou que só ocorrem em um tipo de bioma, neste caso) dessas florestas, abrigando elevada diversidade biológica e altíssimos níveis de endemismo tanto para a flora quanto para a fauna (Myers et al., 2000; Paglia et al., 2012).

  No entanto, a Floresta Atlântica, que originalmente apresentava-se como o segundo maior bloco de floresta tropical do Brasil, possui um histórico de devastação desde a época do descobrimento até os dias atuais (Dean, 1995; Câmara, 2005) o que resultou em uma paisagem intensamente fragmentada, representada em sua grande parte, por pequenos fragmentos florestais imersos em matrizes urbanas e/ou agrícolas e sem conectividade (Ribeiro et al., 2009).

  Dessa forma, apesar do papel inegável das florestas grandes e primárias para conservação da biodiversidade e do fato de serem consideradas insubstituíveis para tal fim (Gibson et al., 2011), além do tamanho dos fragmentos florestais remanescentes, o tipo de matriz do entorno, o arranjo espacial dos fragmentos florestais e a presença de corredores de vegetação, mostram ser tão importantes quanto a quantidade de cobertura vegetal para a conservação das espécies (Gardner et al., 2009), uma vez que representam o cenário/paisagem original do que restou da Floresta Atlântica.

  Assim, atualmente, pensar em conservar biodiversidade significa pensarmos além de proteger as grandes reservas, também pensarmos na conservação e conexão da paisagem em geral e por isso, nosso estudo foi desenvolvido buscando verificar como a paisagem como um todo (grandes fragmentos, pequenos fragmentos lineares, pequenos fragmentos não lineares) e suas especificidades atuam na conservação das espécies de pequenos mamíferos da região.

2. METODOLOGIA

2.1 CARACTERIZAđấO DA ÁREA DE ESTUDO

  Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (1987) a região norte do Espírito Santo está localizada no domínio da Floresta Ombrófila Densa de Terras Baixas, comumente chamada de Floresta de Tabuleiros.

  A estrutura da vegetação dessas florestas é caracterizada pela presença de árvores com altura elevada (as árvores mais altas podem atingir até 40 m) e elevados valores circunferências a 1,3 cm do solo (400 cm) e sub-bosque quase ausente (Peixoto & Simonelli, 2007; Peixoto et al., 2008). A composição florística dessas florestas é similar com quase todas as florestas tropicais úmidas de baixada, sendo caracterizada pela elevada riqueza das famílias Leguminosae (Faboidae), Myrtaceae, Rubiaceae, Annonaceae, Sapotaceae e Bignoniaceae (Jesus & Rolim, 2005; Peixoto & Simonelli, 2007; Peixoto et al., 2008).

  Trabalhos realizados em Florestas de Tabuleiro do norte do Espírito Santo mostram também que essas florestas possuem elevada riqueza de espécies vegetais (Peixoto e Gentry, 1990) e diversidade, o que fez com que fossem incluídas como um dos 14 centros de elevada diversidade vegetal do Brasil (Peixoto & Silva, 1997).

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  O clima na região pode ser classificado segundo K ppen como tropical quente e úmido (Awi), apresentando estação chuvosa no verão, entre os meses de outubro a abril e seca no inverno, entre os meses de maio a setembro (Peixoto & Gentry, 1990; Jesus & Rolim, 2005). A temperatura média anual é de 23,3 °C, variando entre 14,8 e 34,2 °C (média das mínimas e máximas, respectivamente), com uma precipitação pluviométrica média anual de 1.202 mm, caracterizada por uma forte variabilidade entre anos (Jesus & Rolim 2005). O solo é formado a partir de sedimentos do período Terciário (pliocênicos) da Formação Barreiras, predominando a classe dos Argissolos amarelos (Jesus & Rolim, 2005).

3. AMOSTRAGEM DE MAMÍFEROS

  Nesse estudo, através da interpretação de imagens de satélite disponíveis no portal geobases ES, selecionamos cinco áreas para a realização do projeto, dentre elas: floresta contínua (de propriedade da companhia Vale), fragmento linear próximo à floresta contínua, fragmento linear distante da floresta contínua e fragmento florestal pequeno. Particularmente, a escolha do fragmento florestal de propriedade da Fazenda Cupido para trabalharmos, foi feito devido ao seu bom estado de conservação, tamanho e proximidade com o bloco florestal da Reserva Natural Vale.

  Realizamos a captura de pequenos mamíferos através de armadilhas do tipo gaiola de arame galvanizado, sherman grande e pequena e armadilhas de interceptação de queda do tipo pitfall, dispostas no interior e na borda do fragmento florestal (Figura 1). Instalamos um transecto linear com comprimento de 100m na borda e no interior, onde haviam seis pontos para captura marcados com fitas coloridas e distantes 20m um do outro. Em cada ponto, colocamos uma armadilha no solo e uma em galhos de árvores, a uma altura de 2m, sendo que cada armadilha foi iscada com um pedaço de banana e uma mistura de sardinha, óleo de fígado de bacalhau, amendoim e farinha.

  As armadilhas de interceptação de queda (pitfall) constituem-se de baldes de 60 litros, enterrados no solo, com a abertura alinhada na superfície do solo e conectados por uma lona plástica, com altura de 1m. Também instalamos um transecto de pitfall na borda e um no interior do fragmento florestal, sendo que cada transecto tinha comprimento de 60m e seis baldes, distantes 10m um do outro. Os pitfalls não foram iscados.

  

Figura 1 - Diposição de armadilhas de grade de arame galvanizado e sherman média no solo

e no sub-bosque da vegetação (fotos superiores). Disposição de armadilhas do tipo pitfall na área amostrada. Foram realizadas no total, 40 noites de amostragem, sendo as armadilhas verificadas toda manhã. Os pequenos mamíferos capturados foram identificados quanto a espécie, marcados com brincos metálicos numerados em uma das orelhas e liberados no mesmo local de captura.

  Também identificamos as espécies de mamíferos de médio e grande porte presentes na área através de encontros visuais, vocalização, fezes e restos mortais (crânio, carcaça) (Figura 2).

  Figura 2 - Registros de mamíferos de mamíferos de médio e grande porte. Parte superior: visualização e restos mortais (ossada). Parte inferior: fezes e pegada.

4. RESULTADOS E DISCUSSÃO

  Foram identificadas 14 espécies de mamíferos para o fragmento florestal de propriedade da Fazenda Cupido, sendo sete espécies de tamanho corporal de médio/grande porte e sete de pequeno porte (Tabela 1, Figura 3).

  

Tabela 1 - Lista de espécies de mamíferos registrados para o fragmento florestal estudado. Tipo de registro: Vi =

visualização; Ca = captura em armadilhas; Vo = vocalização; Fe = fezes.

  Ordem/Família/Espécie Nome comum Tipo de registro CARNIVORA Procyonidae Nasua nasua (Linnaeus, 1766) quati Vi DIDELPHIMORPHIA Didelphidae gambá Ca

   Didelphis aurita (Wied-Neuwied, 1826) cuica Ca

   Gracilinanus microtarsus (Wagner, 1842) cuica cinza Ca

   Marmosops incanus (Lund, 1840) cuica de três listras Ca

   Monodelphis americana (Müller, 1776) PRIMATES Cebidae Cebus nigritus (Goldfuss, 1809) macaco prego Vi, Vo Atelidae Alouatta guariba (Humboldt, 1812) barbado/bugio Vo Pitheciidae Callicebus personatus (É. Geoffroy, 1812) guigó/sauá Vi,Vo RODENTIA Sciuridae Guerlinguetus ingrami (Thomas, 1901) esquilo Vi Cricetidae Blarinomys breviceps (Winge, 1887) rato topeira Ca Necromys lasiurus (Lund, 1841) rato do mato Ca Rhipidomys mastacalis (Lund, 1840) rato de árvore Ca Dasyproctidae Dasyprocta leporina (Linnaeus, 1758) cutia Ossos crânio PERISSODACTYLA Tapiridae Tapirus terrestris (Linnaeus, 1758) anta Vi, Fe

  Uma vez que para o estado do Espírito Santo são conhecidas 84 espécies de mamíferos (excluindo morcegos), o fragmento florestal avaliado representa 16,66% das espécies de mamíferos registradas para todo o estado, segundo a compilação mais recente de Moreira et al., (2008). Esse resultado evidencia que a área retém uma boa representatividade da fauna de mamíferos, uma vez que possui porcentagem considerável deste grupo, considerando seu pequeno tamanho e a abrangência da amostragem realizada nesse estudo (apenas um fragmento florestal e um tipo de vegetação). É importante mencionar que este número de espécies provavelmente aumentará quando mais estudos amostragem desse grupo não foi realizada de forma sistemática e sim, por encontros aleatórios, e está dessa forma, subestimada (com número de registros abaixo do previsto).

  

Figura 3 - Espécies de pequenos mamíferos registradas para o fragmento florestal amostrado. Da

esquerda para a direita na parte superior: Monodelphis americana, Marmosops incanus e Necromys

lasiurus (parte inferior).

  A importância desse fragmento florestal para a conservação de mamíferos no norte do estado do Espírito Santo também se dá pelo fato de abrigar espécies ameaçadas de extinção e endêmicas da Floresta Atlântica. Nós registramos a presença de três espécies ameaçadas de extinção no Espírito Santo também no fragmento florestal (Figura 4), entre elas o guigó ou sauá (Callicebus personatus), a cutia (Dasyprocta leporina) e a anta (Tapirus terrestris). As duas primeiras espécies, estão inseridas na categoria vulnerável, que, de acordo com Passamani (2007), um táxon incluído nessa categoria enfrenta um alto risco de extinção na natureza. O guigó também se encontra na lista brasileira de espécies ameaçadas na mesma categoria que na lista estadual. Já a anta se encontra na categoria em perigo, que segundo esse mesmo autor, um táxon incluído nessa categoria enfrenta um perigo muito alto de extinção na natureza.

  

Figura 4 - Espécies de mamíferos ameaçados de extinção. Da esquerda para direita: Tapirus terrestris e

Callicebus personatus.

  Em relação às espécies endêmicas, ou seja, as que só ocorrem na Floresta Atlântica, nós registramos seis espécies (Figura 5), entre elas, o guigó, o barbado ou bugio (Alouatta guariba), o rato topeira (Blarinomys breviceps), a cuica (Gracilinanus microtarsus), o gambá (Didelphis aurita) e o esquilo (Guerlinguetus ingrami).

  A ocorrência de outras espécies, além das ameaçadas de extinção e algumas endêmicas, como o rato topeira e a cuíca de três listras (Monodelphis americana) apontam que o fragmento amostrado está em bom estado de conservação, uma vez que a ocorrência dessas espécies está principalmente associada com florestas mais preservadas (Pardini et al., 2005).

  A Reserva Natural da Vale juntamente com a Reserva Biológica de Sooretama, constituem um grande bloco florestal de aproximadamente 46.000 ha e de elevada prioridade para a conservação de mamíferos (Galetti et al., 2009). No entanto, com exceção dessas duas grandes reservas, a maior parte dos fragmentos florestais da região são pequenos, foram bastante degradados principalmente pela retirada de madeira, e estão inseridos em matrizes bastante antropizadas constituídas por pastagem e o cultivo de mamão, café e eucalipto, que permitem baixo deslocamento de animais entre fragmentos. Dessa forma, os fragmentos florestais da região podem funcionar como áreas que facilitam o deslocamento de animais e conectam populações de diferentes fragmentos, e dessa forma, sua preservação deve ser incentivada e entendida como estratégia futura para garantir a sobrevivência das espécies a longo prazo.

  

Figura 5 - Espécies endêmicas da Floresta Atlântica. Parte superior, da esquerda para direita:

Alouatta guariba e Blarinomys breviceps; Parte inferior, da esquerda para direita: Gracilinanus

microtarsus e Didelphis aurita.

5. CONCLUSÃO

  Acreditamos que o número de espécies de mamíferos registrado para o fragmento amostrado esteja subestimado e que aumente a medida que estudos mais específicos (como inventários) e de longa duração sejam realizados, principalmente para o grupo de médio e grande porte, que foi contemplado apenas através de amostragem não sistematizada no nosso estudo;

  Apesar disso, o número de espécies de mamíferos no fragmento florestal amostrado é elevado, o que significa que apesar do pequeno tamanho em comparação aos grandes fragmentos da região (Reserva da Vale e Reserva Biológica de Sooretama), essa área conserva espécies, bem como também é importante por abrigar espécies endêmicas da Floresta Atlântica e ameaçadas de extinção. Esse resultado nos permite também constatar a contribuição dos fragmentos florestais da região para a conservação de espécies.

  6. AGRADECIMENTOS

  Agradecemos ao Sr. Xerxes pela autorização do trabalho em sua propriedade e por nos ajudar a tentar conservar o que ainda resta de floresta atlântica/de tabuleiro no norte do estado do Espírito Santo. Agradecemos também a Reserva Natural Vale, a Fibria Celulose e a Caliman produtos agrícolas, parceiras desse projeto. Aos pesquisadores Yuri Leite, Leonora Pires Costa e Rafaela Duda pelo auxílio na identificação taxonômica dos exemplares coletados e a Valéria Fagundes pelo auxílio com as análises citogenéticas de roedores. A todos os estagiários/auxiliares de campo, que contribuiriam nos auxiliando nas atividades de campo e contribuiram com a ilustração fotográfica desse trabalho, principalmente a Átilla Ferreguetti, Vinícius Chaga Lopes e Sérgio Barbiero Lage.

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